domingo, 12 de fevereiro de 2012

Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger se encontram em hospital

Por Jussara Teixeira

Ícones de filmes norte-americanos de ação, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger se encontraram no mesmo hospital para fazer uma cirurgia, ambos no ombro.

Ao internar-se no hospital, Schwarzenegger deparou-se com o colega sexagenário e parceiro no filme Os Mercenários 2, produzido pelo próprio Stallone.

“Depois das gravações de Os Mercenários 2, resolvi parar um pouco para fazer uma cirurgia no meu ombro. Olhem só quem estava, por coincidência, na fila para fazer a mesma cirurgia no ombro. Agora, estamos prontos para mais uma rodada. É ótimo estar de volta", escreveu Schwarzenegger no seu Twitter.

Segundo o ator, o filme exigiu muito do fisco do elenco, com muita ação, acrobacias e abuso físico.

O longa Os Mercenários 2, que contou com a atuação da dupla está atualmente em fase de pós-produção. Em 2010, eles trabalharam juntos no primeiro episódio da franquia, segundo a agência Efe.

Schwarzenegger e Stallone encabeçam uma lista de outras estrelas de primeira linha de filmes de ação, como Chuck Norris, Dolph Lundgren, Jean-Claude Van Damme, Jet Li, Jason Statham, Bruce Willis, Terry Crews, Scott Adkins e Randy Couture.

Fonte: The Christian Post

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge | Gary Oldman fala sobre cena "muito emocional" do filme

Tom Hardy diz gostar das paródias sobre Bane

Natália Bridi

Tom Hardy não está preocupado com as polêmicas envolvendo a voz do seu personagem em Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Em entrevista à MTV, o ator disse que "confia no que Christopher Nolan prefere deixar implícito" e revelou gostar das paródias sobre Bane que já circulam na internet: "Eu vi algumas coisas brilhantes sobre o meu balbuceio, 'Batman não bate em retardados!', que eu achei muito engraçado. Eu gostei disso".

Já Gary Oldman - que acaba de receber uma indicação ao Oscar por O Espião que Sabia Demais - falou em um evento em Nova York sobre a atuação de Michael Caine em cena emocional do filme: "Há uma cena bastante emocional no próximo Batman, que eu obviamente e absolutamente jurei guardar segredo...Eles me matariam. Ver o trabalho de Michael Caine como Alfred foi uma grande lição para mim. Apenas foco, concentração. Ele tinha essa cena emocional. Não estou brincando. Havia lágrimas e tudo mais. E foi, 'Take 1', ele conseguiu. 'Take 2', conseguiu. 'Take 3', conseguiu. Ele sempre consegue. Todas as vezes. É extraordinário...Você fica inspirado".

O filme estreia no Brasil em 27 de julho de 2012.

Fonte: Omelete

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

CINEMA | Estreias de Filmes da Semana

Confira agora os filmes que chegam às telas em 10 de fevereiro e saiba onde eles estão sendo exibidos.

O Artista

Hollywood, 1927. Ao mesmo tempo em George Valentin, astro do cinema mudo, tem sua carreira abalada pelos novos filmes sonoros, sua fã Peppy Miller torna-se aos poucos uma estrela - que Valentin ironicamente ajudou a criar.

Romance - (The Artist) França/Bélgica, 2011. Direção: Michel Hazanavicius. Elenco: Jean Dujardin, Bérénice Bejo, John Goodman, James Cromwell. Duração: 100 min. Classificação: 12 anos.

Cada Um Tem a Gêmea que Merece

O diretor de comerciais Jack se vê às voltas com a visita de sua indesejada irmã gêmea, Jill, justamente em um momento desesperado de sua carreira: quando precisa convencer o grande Al Pacino a atuar em um comercial de rede de fast food. A situação se complica quando o icônico ator se engraça com a mocreia.

Comédia - (Jack and Jill) EUA, 2011. Direção: Dennis Dugan. Elenco: Adam Sandler, Al Pacino, Shaquille O'Neal, Regis Philbin, Katie Holmes. Duração: 91 min. Classificação: 10 anos.

Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma

O filme de 1999 é convertido para o formato 3D.

Aventura - (Star Wars Episode I - The Phantom Menace) EUA, 2011. Direção: George Lucas. Elenco: Liam Neeson, Ewan McGregor, Natalie Portman, Jake Lloyd, Ian McDiarmid. Duração: 136 min. Classificação: livre.

Coração do Samba

Bastidores dos ensaios e apresentações da bateria da Mangueira.

Documentário - Brasil, 2011. Direção: Thereza Jessouroun. Duração: 72 min. Classificação: livre.

As Mulheres do Sexto Andar

Paris dos anos 60. A vida de um casal conservador é virada de cabeça para baixo com a chegada de duas governantas espanholas ao prédio onde moram.

Comédia - (Les Femmes du 6eme Etage) França, 2011. Direção: Philippe Le Guay. Elenco: Fabrice Luchini, Sandrine Kiberlain, Natalia Verbeke, Carmem Maura, Lola Dueñas. Duração: 104 min. Classificação: 12 anos.

Fonte: Omelete

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Indicado a dois Oscar, George Clooney transita entre a arte e a política

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

George Clooney e Barack Obama trocavam conselhos quando, certa vez, o papo descarrilou para um assunto delicado: cinema. O presidente dos Estados Unidos, impressionado com os comentários sobre o filme mais recente do astro, o drama político Tudo pelo poder, queria exibir o longa-metragem em uma cerimônia de gala, na Casa Branca. No que o ator, em um rompante bem-humorado, decretou: “Absolutamente não”. Num acordo de cavalheiros, o alto escalão do governo foi poupado de uma sessão que certamente provocaria constrangimento entre as lideranças. “O filme não tem mocinhos ou vilões. Não oferecemos respostas. O objetivo é que o público decida sobre o que acha certo e o que considera errado”, comentou, ao The New York Times.

Clooney narrou a conversa com Obama para explicar o tom crítico do filme, que coloca em xeque o bom mocismo dos democratas ao investigar os jogos eleitoreiros em uma campanha de pré-candidatura à presidência. Mas a cena, indiretamente, indica algo mais importante sobre o próprio ator: na cultura pop norte-americana, poucos são os ídolos que transitam com tanta naturalidade entre política e arte, ativismo e entretenimento. Aos 50 anos, Clooney é um dos homens públicos mais influentes dos EUA — e, como se nada disso bastasse, uma das celebridades de maior prestígio da temporada. Favorito ao Oscar de melhor ator (por Os descendentes, em cartaz nos cinemas), ele recebeu indicação também pelo roteiro adaptado de Tudo pelo poder, coescrito com Grant Heslov e Beau Willimon.

Para medir o poderio do galã, vencedor da estatueta de coadjuvante em 2006 por Syriana, a mídia recorre a slogans que provocariam inveja a qualquer candidato em véspera de eleição. Ele é o “último astro de cinema” (segundo a Time), o “mais sexy do mundo” (escolhido em dois rankings da revista People) e “o último homem americano” (para a Vanity Fair). “A América projeta ao mundo dois tipos de poder: o pesado, representado por tanques, jatos e mísseis; e o suave, que é, no momento, George Clooney”, definiu o escritor Rich Cohen, em um perfil escrito em 2006 para a Vanity Fair. O que Cohen talvez não desconfiasse naquela época era que esse batalhão solitário se tornaria, com o passar do tempo, cada vez mais eficiente. Em 2012, o ator representa o desejo americano de se reerguer economicamente, e de simular um retorno a uma era mais romântica.

Clima de nostalgia

Não deve ser tomado como coincidência, por isso, o domínio de Clooney numa cerimônia do Oscar que celebra a nostalgia por uma velha Hollywood. Os dois filmes mais cotados ao prêmio principal — A invenção de Hugo Cabret e O artista — reencenam graciosamente o passado da indústria do cinema. “Clooney é o último velho astro hollywoodiano”, definiu Cohen, com precisão. A característica que o aproxima de ídolos da famigerada “era de ouro”, como Clark Gable e Gregory Peck, é a capacidade de imprimir uma imagem de justeza, maturidade e ética a cada papel que interpreta. “Clooney é sempre Clooney: um astro à antiga porque não se deixa diluir pelos personagens”, resumiu o jornalista.

Talvez por confundir personagem e ator, o público norte-americano aprendeu a tratar Clooney respeitosamente. Raramente invade a vida particular do astro, monitorada com discrição total. Os paparazzi, ainda que sempre curiosos a respeito dos flertes do solteirão (que, desde julho de 2011, namora a atriz, modelo e ex-lutadora Stacy Keibler), também entendem que ele prefere ser flagrado em missões humanitárias para amenizar as consequências da guerra civil em Darfur, no Sudão. Viagens que, aliás, nem sempre terminam em apertos de mão bem internacionados. Em 2008, quando foi à Itália pedir a Silvio Berlusconi que enviasse helicópteros de socorro ao país africano, se viu envolvido numa polêmica internacional. Segundo uma adolescente que acusou o primeiro-ministro de tê-la abusado sexualmente, Clooney teria frequentado uma das festas agitadas do político. O astro negou.

América pela lente

O cotidiano do ator, no entanto, muito raramente rende assunto para as páginas políticas de jornais. Sem vocação para Ronald Reagan, Clooney prefere comentar a América em filmes e documentários. No caso de Tudo pelo poder, indicado também ao Globo de Ouro de melhor drama, ele acumula as funções de diretor, produtor, ator e roteirista. Já na crônica Os descendentes, de Alexander Payne, empresta os cabelos grisalhos a um cinquentão em crise, que tenta restaurar laços familiares após uma tragédia doméstica. Os personagens que encena nos dois filmes resumem o alcance da interpretação do ator, capaz de convencer tanto no papel de um homem comum, melancólico e por vezes desengonçado, quanto no figurino de um político que conquista a admiração de toda uma equipe. E a escolha de papéis, cada vez mais atenta, hoje evita erros como o carnavalesco Batman e Robin, 1997.

A intimidade com a maquinaria de Hollywood, que ele usa para ampliar o alcance e garantir a sobrevivência dentro de uma indústria eternamente encantada pela juventude, vem de berço: filho do jornalista e apresentador de tevê Nick Clooney e sobrinho da cantora Rosemary Clooney, uma das mais famosas dos anos 1950, o menino de Kentucky, que amava beisebol e cinema, conheceu o sucesso muito cedo e o experimentou tarde — aos 30, na série de tevê Plantão médico, depois de um punhado de papéis pequenos em seriados. Quando o pai resolveu se candidatar, em 2004, o filho sentiu “o sabor amargo” de uma campanha política. “Percebi que não há como entrar na política sem se comprometer exageradamente”, afirmou. Daí a inspiração para Tudo pelo poder, adaptado de uma peça teatral.

O longa é o quarto que ele dirige. Antes, foi indicado ao Oscar por Boa noite e boa sorte (2005), que presta homenagem a um dos ídolos do pai, o jornalista de tevê Edward R. Murrow, experimentou o filão esportivo (O amor não tem regras, de 2008) e uma cinebiografia corrosiva (Confissões de uma mente perigosa, de 2002). No próximo projeto, vai tratar do roubo de obras de arte na Segunda Guerra Mundial. Mais um grande tema para a galeria do ator, que é sempre questionado sobre questões atuais dos EUA. Para a imprensa americana, a opinião de Clooney sobre o governo Obama (cuja candidatura ele apoiou, depois de se opor contra Bush) é tão importante quanto um “insight” sobre cinema. Seria esse um indício de que o astro planeja uma carreira mais, digamos, ambiciosa? “Nunca me elegeria a cargo público. Até porque o meu trabalho é muito, muito mais divertido”, garantiu, à Time. Votos, é claro, não faltariam.

Por Tiago Faria, do Correio Braziliense

Fonte: Pernambuco.com

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Assisti OS DESCENDENTES - 07/02/12

Gostei do filme. George Clooney faz por merecer a indicação ao Oscar de Melhor Ator, numa atuação que se divide em drama e um toque leve de comédia. Segue abaixo a crítica do Omelete:

Os Descendentes | Crítica

Dramédia indicada ao Oscar vai te fazer pensar

Marcelo Forlani

Os Descendentes
The Descendants
EUA , 2011 - 115
Comédia / Drama
Direção: Alexander Payne
Roteiro: Alexander Payne, Nat Faxon
Elenco: George Clooney, Judy Greer, Shailene Woodley, Matthew Lillard, Beau Bridges, Robert Forster

Após a cena pré-créditos de Os Descendentes (The Descendants) a tela fica toda preta e começa uma música. Com apenas algumas notas já sabemos que este é o filme indie que o Oscar vai adotar neste ano. A produção foi dirigida por Alexander Payne, que já havia acertado este mesmo alvo há alguns anos ao abrir algumas garrafas de vinho em Sideways. E, convenhamos, ter George Clooney no elenco obviamente não atrapalha. Aliás, o ator faz por merecer a sua indicação ao prêmio. A cena em que ele aparece correndo de chinelo pelas ruas da sua vizinhança é a antítese da corrida tecnicamente perfeita de um Tom Cruise e por si só já valeria a indicação à estatueta dourada.

No filme, Clooney interpreta Matt King, um dos descendentes do título. Ele e seus primos herdaram de seus ancestrais centenas de hectares de terras que um dia pertenceram à realeza havaiana. Mas enquanto a maioria deles não trabalha, vivendo apenas desta renda, Matt é um advogado e também o responsável legal por gerir tudo o que sobrou do espólio. Às vésperas de fechar um acordo imobiliário de meio bilhão de dólares, sua esposa sofre um acidente de barco e entra em coma. A situação leva Matt a se reaproximar de suas filhas e repensar seu passado e futuro.

Como nos diz Matt em sua primeira interação com o público, o filme também se presta a mostrar um Havaí diferente do paraíso dos resorts de luxo que sempre se vê nos filmes e séries, ou das disputas entre locais e "haoles", como eles chamam os estrangeiros. Existe também a interessante missão não declarada de mostrar ainda que, sim, todo mundo por lá usa camisa havaiana, mesmo em eventos sociais.

A forma praticamente invisível com que Payne comanda o longa-metragem quase nos faz esquecer que estamos no cinema. A trama, que já tem elementos fáceis de se encontra nos cotidianos de qualquer um, se desenrola também como a vida, deixando tudo muito fácil de degustar, até mesmo as partes mais amargas - que não são poucas. A relação pai-filhas do trio formado por Matt, Scottie (Amara Miller) e Alex (Shailene Woodley) leva do riso ao choro sem causar estranheza, nem parecer forçado. Afinal, qual menina de 10 anos não está perdida na sua passagem da infância para a puberdade, ou qual adolescente não quer curtir a vida de quase adulto que está ali na esquina, mas não tem paciência de esperar chegar lá?

Com tantas reflexões, o filme leva ao seu grande destino, o autodescobrimento. É na hora de pegar a filha mais nova na escola que o pai percebe que não existe na sua memória uma lembrança recente de ter feito isso em muito tempo. É ali no hospital, ao ver a mãe paralisada na cama do hospital, que a filha percebe o quanto é parecida com a mãe que ela se acostumou a destratar.

A forma como os fatos são apresentados - em meio a uma investigação particular - fazem o público também parar para pensar no seu próprio dia-a-dia, colocar em perspectiva o que fizeram até aqui e analisar o que vem pela frente. Fidelidade, dinheiro, paternidade, relacionamentos, sentimento de culpa, tudo isso é colocado em xeque de uma forma discreta, mas bastante eficaz. Por tudo isso, Os Descendentes é o queridinho indie do Oscar deste ano. E por méritos próprios.

Fonte: Omelete

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

À Beira do Abismo: mistura de roubo e thriller culminam em filme sem sentido

Sabe aquele tipo de thriller policial de segunda com roteiro de terceira que, de algum modo, conseguiu um bom elenco? Pois este é justamente o caso deste futuro clássico do Super Cine.

Thiago Siqueira

Thrillers policiais e tramas de roubo são filmes onde a forma deve seguir a função, pelo menos os que têm como objetivo serem levados a sério. Tudo em tela deve seguir uma estrutura lógica para que a trama no final faça sentido e, ao mesmo tempo, o espectador fique surpreso com as revelações que se seguem. Pois bem, esqueceram de avisar isso aos realizadores de “À Beira do Abismo”. A despeito de o longa não se apresentar como uma caricatura, é impossível não sair da sala se perguntando o que passou pela cabeça dos realizadores ao produzir esta pequena bomba.

Escrito pelo desconhecido Pablo F. Fenjves, aqui em seu primeiro esforço para o cinema, a fita mostra o ex-policial Nick Cassidy (Sam Worthington) que, condenado por um roubo que não cometeu, foge da prisão e resolve pular de um edifício no centro de Nova York, com a problemática negociadora da polícia Lydia Mercer (Elizabeth Banks) tentando dissuadi-lo. Enquanto isso, seu irmão Joey (Jamie Bell) e a namorada deste, Angie (Genesis Rodriguez), arquitetam um roubo contra um magnata local (Ed Harris).

A projeção é repleta de clichês que fazem o público adivinhar tudo o que vai acontecer muito antes do que deveria, eliminando o suspense da equação. O script possui problemas gravíssimos. A estrutura do filme sofre um baque logo no seu primeiro ato ao nos apresentar ao protagonista já no prédio, matando qualquer preocupação que poderíamos ter com sua fuga da prisão, apresentada em um flashback logo depois.

Mais parece que o roteiro foi alvejado por uma metralhadora por conta do excesso de furos que possui. Além da escapada do protagonista ser tremendamente mal explicada, jamais entendemos como irmão e cunhada possuem as habilidades e informações necessárias para o roubo a um prédio de alta segurança. Até mesmo suas ações dentro do edifício não escapam deste problema, vide o modo como se utilizam de um sensor de calor (que desconheciam existir) a seu favor.

Sam Worthington e Elizabeth Banks, que trabalham juntos em boa parte da projeção, até possuem uma química interessante e Jamie Bell parece até entender a bomba em que se meteu, fazendo até uma pequena referência a “Billy Elliot” e Kyra Sedgwick tem uma participação divertida, mas a maioria das atuações é bastante exagerada, com destaque negativo para o veterano Ed Harris, cujo vilão tem até mesmo um momento “risada maligna”. Ele deve ter pensado que era Chris Cooper no filme dos Muppets…

A frouxidão no elenco pode ser consequência da inexperiência do diretor Asger Leth, aqui trabalhando pela primeira vez com cinema ficcional. Apesar de alguns planos mais inspirados, o cineasta parece perdido, apelando até mesmo para a exploração gratuita do corpo da belíssima Genesis Rodrigues. Notem como em todas as cenas do roubo a câmera parece se centrar nos seios da atriz.

Implodindo em um final estúpido e completamente sem sentido, “À Beira do Abismo” é uma produção medíocre e que só recebeu algum destaque por possuir alguns atores famosos em seu elenco. Passe longe.

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Thiago Siqueira é crítico de cinema do CCR e participante fixo do RapaduraCast. Advogado por profissão e cinéfilo por natureza, é membro do CCR desde 2007. Formou-se em cursos de Crítica Cinematográfica e História e Estética do Cinema.

Fonte: Cinema com Rapadura

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012