domingo, 16 de outubro de 2011

007 | Hugh Jackman diz que consideraria ser o James Bond

Ator confirma que foi sondado para o papel antes de Craig e que se fosse hoje poderia aceitar

Marcelo Forlani

Hugh Jackman revelou à Press Association que foi realmente cotado para viver o agente James Bond na época em que Daniel Craig foi confirmado em Cassino Royale.

"Recebi uma ligação de meu empresário dizendo 'Existe um possível interesse em você para o papel do Bond, você toparia?' Na época, não me interessava. Estávamos prontos para começar X-Men 2 e Wolverine era algo muito forte na minha vida, e eu não queria fazer dois personagens tão icônicos ao mesmo tempo", lembra o ator.

"Acho que todo ator, em algum ponto de sua carreira, pensa em interpretar James Bond, apenas não era a hora certa. Mas se me chamarem de volta, pode ser", completou.

As filmagens do 23º filme da série 007 começam no dia 9 de novembro nos Estúdios Pinewood, no norte de Londres, dirigidas por Sam Mendes. Neal Purvis e Robert Wade, ao lado de Peter Morgan (Frost/Nixon), também assinam o roteiro. O novo 007 estreia em 9 de novembro de 2012.

Hugh Jackman estreia em Gigantes de Aço na próxima sexta aqui no Brasil.

Fonte: Omelete

sábado, 15 de outubro de 2011

Fox divulga detalhes do novo Duro de Matar, com Bruce Willis

Filme busca globalizar a ação de John McClane enviando o policial durão para a Rússia.

Victor Amaro

A Fox, em dia de grandes anúncios, revelou detalhes do novo filme da franquia “Duro de Matar“, incluindo o nome título da sequência (“A Good Day to Die Hard”, em inglês) e informações da produção, que começará a ser rodada em janeiro do ano que vem, sob a batuta de John Moore (“Max Payne”), escolhido diretor pelo próprio Bruce Willis (“16 Quadras”). O esperado longa-metragem de ação deve ser lançado no dia 14 de fevereiro de 2013, em pleno dia dos namorados (data importante para as bilheterias americanas).

De acordo com o Slashfilm, o roteiro do longa, assinado por Skip Woods (“Esquadrão Classe A”), contará a batalha de John McClane (Willis), que parte para a Rússia para tentar persuadir a polícia local, com a sutileza de sempre, a liberar seu filho da cadeia. Mas, quando chega lá, descobre que a atmosfera que cerca a prisão do jovem é mais grave do que imaginava e inclui ações terroristas internacionais.

Willis afirmou que pretende, com a internacionalização das locações do novo filme, globalizar o escopo da franquia que, em episódios anteriores, esteve centradada em universos menores, como o hotel Nakatomi Plaza, no primeiro filme; o Aeroporto Internacional de Washington, no segundo; a cidade de Nova York, no terceiro; e os Estados Unidos, no quarto.

A divulgação do novo nome tem mais importância para países anglofonos, já que o título brasileiro ainda será definido e, por questão de semântica, pode, por aqui, apenas ganhar um numeral para designar em que aventura John McClane se encontra (exemplos de “Duro de Matar 2″ e “Duro de Matar 4.0″). Nos Estados Unidos e em outros países em que o inglês é a língua materna, os nomes dos filmes sempre incluem as duas palavras-chave “Die Hard”, flexionadas ou não, como o original “Die Hard” e as sequências “Die Harder”, “Die Hard With a Vengeance” e “Live Free or Die Hard”.

O ator que interpretará o filho de John McClane no novo episódio ainda não foi escolhido.

Fonte: cinemacomrapadura.com.br

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Assisti OS TRÊS MOSQUETEIROS - 13/10/11

Muito bom, gostei (e a namorada também!). É legal ver que boas histórias podem ficar ainda melhores quando recontadas com a tecnologia dos dias de hoje e bons atores para dar um ar mais moderno.

O filme tem um enredo já conhecido, mas os efeitos nos remetem aos filmes de ação mais contemporâneos. Algumas cenas da bela Milla Jovovich, que vive a perigosa Mileide, nos faz lembrar das peripécias da poderosa Alice da série Resident Evil.

Não me recordo da filmografia dos atores que encarnam os personagens principais mas gostei de todos - talvez um pouco menos do jovem D'artagnan - mas não comprometeu. O Cardeal de Richelieu do ator Christoph Waltz (Bastardos Inglórios) e o Duque de Buckingham, interpretado por Orlando Bloom (da série Piratas do Caribe) ficaram muito bons.

O ponto negativo é que tivemos que assistir em 3D pois ainda não tinha disponível em 2D e o filme não justifica tal efeito. Não deu onda. Apesar disso, pelo conjunto da obra vale a pipoca!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A Hora do Espanto: remake é assustadoramente divertido

Essa nova versão do clássico devolve aos vampiros os seus caninos em um filme que, apesar de não ser perfeito, é divertido e assustador na dose certa.

Thiago Siqueira

Quando anunciaram um remake de “A Hora do Espanto”, confesso que fiquei um tanto reticente. No entanto, em um mundo cujas telas de cinema são povoadas por “vampiros” purpurinados e pouco ameaçadores, é ao menos bacana ver esses seres sendo tratados com algum respeito, tal como no clássico terrir oitentista.

Tamanha foi a minha surpresa ao ver que essa nova versão consegue ser tão divertida quanto a original. O diretor Craig Gillespie (do maravilhoso “A Garota Ideal”) e a roteirista Marti Noxon (responsável por ótimos episódios de “Buffy – A Caça Vampiros”) pegaram o tom certo de comédia e terror para conquistar uma plateia carente dessa combinação vencedora, sem contar o elenco muito bem escalado. Apesar de ter claras diferenças em relação à fita na qual fora baseado, tais alterações servem para atualizar a história e dar uma identidade própria.

Aqui, Charley (Anton Yelchin) parece ter tudo na vida. O rapaz é popular, namora a bela Amy (Imogen Poots) e tem uma mãe carinhosa (Toni Collette), embora tenha se afastado do seu melhor amigo de infância, Ed (Christopher Mintz-Plasse), e renegado seu passado nerd. Quando Ed acusa o novo vizinho de Charley, Jerry (Colin Farrell), de ser um vampiro responsável pelo sumiço de várias pessoas no subúrbio de Vegas onde vivem, inicialmente o nosso protagonista acha que seu antigo amigo enlouqueceu.

Mas coisas estranhas acontecem no quintal ao lado que acabam convencendo o jovem da natureza sobrenatural de Jerry, fazendo-o recorrer ao “especialista” sobrenatural Peter Vincent (David Tennant) por reforço. Ao contrário do original, aqui não temos espaço para duvidar de que Jerry se trata de um vampiro, com sua identidade monstruosa sendo estabelecida logo nos primeiros minutos da produção e a fita lidando pouco com suspense e indo mais para a ação, algo que Noxon costumava fazer em seus roteiros em “Buffy”.

Aliás, a própria estrutura do filme é bastante similar a um episódio da série da Caça-Vampiros de Sunnydale, estabelecendo um “teaser” no começo do primeiro ato, apresentando os personagens para escalar uma pequena dose de suspense e partir para o confronto com a criatura logo depois. Nesse sentido, a ação só funcionaria se nos importássemos com os personagens, algo que realmente acontece.

Apesar de ter sido um idiota com seu melhor amigo e ter se transformado em algo que não gosta (um tema recorrente no filme, aliás), é fácil para a audiência criar empatia com Charley, graças à boa caracterização de Anton Yelchin, ator carismático e talentoso, que confere camadas ao personagem, tornando crível suas ações para proteger aqueles que ama. Aí entram Imogen Poots e Toni Collette, cujas Amy e Jane passam longe do estereótipo das donzelas em perigo, colocadas como mulheres fortes a ponto de salvarem Charley mais de uma vez durante a projeção.

Christopher Mintz-Plasse brinca com a persona nerd que sua filmografia lhe instituiu, aparecendo quase como um irmão Frog perdido no início da fita para ressurgir de modo surpreendente no segundo ato da produção. David Tennant se diverte (e nos diverte) horrores compondo seu Peter Vincent, claramente baseado no exageradíssimo ilusionista Criss Angel. Interessante ver como o personagem se despe (literalmente, inclusive) de sua persona superficial para, aos poucos, abraçar sua verdadeira vocação. É uma pena que um dos poucos pontos realmente fracos do roteiro seja estabelecer uma ligação entre o passado de Vincent e Jerry, algo que é feito de uma maneira tão pouco orgânica que era melhor essa ideia ter sido descartada.

Por falar no vilão, o vampiro Jerry é o que dá sentido ao longa. Colin Farrell o compõe como um verdadeiro macho alfa, daqueles que carregam a mulher que desejam, sendo exatamente o anti-Edward, jamais se repreendendo em dar um ar animalesco ao personagem. Misógino, violento e ciente de seu poder de sedução, Jerry é mostrado como uma ameaça desde o começo, ficando claro que esse seria um sujeito perigoso mesmo sem dons sobrenaturais. Notem que sua natureza imortal o tornou bastante arrogante, algo que fica claro na tensa cena na qual Charley invade sua “geladeira”, com Farrell aparentando ser um animal brincando com sua presa.

Craig Gillespie se sai bem no comando da produção ao explorar corretamente as locações e dar ao subúrbio de Las Vegas um ar de estranheza extremamente coerente, desde as tomadas aéreas que mostram a vizinhança de Charley até a fotografia escura que dão o clima nas cenas noturnas. As sequências de ação são bastante interessantes, sempre com soluções visuais bem inteligentes.

Quanto ao 3D, este não acrescenta muito à narrativa, se limitando a jogar coisas na cara do espectador. Considerando tratar-se de um remake de uma fita oitentista, talvez a intenção de Gillespie tenha sido fazer algo mais canhestro mesmo. Mas, voltamos àquela velha reclamação de sempre: boa parte da ação se dá em ambientes escuros e os óculos 3D diminuem a iluminação em cerca de 20%, prejudicando sensivelmente a fotografia.

Pecando apenas por ter uma trilha sonora original pouco memorável, o novo “A Hora do Espanto” devolve dignidade e ferocidade ao mundo vampiresco de modo extremamente divertido, e é uma boa opção para quem gosta de levar sustos e dar umas boas risadas ao mesmo tempo (e se a risada for às custas de uma certa “Saga”, melhor ainda!).

Fonte: Cinema com Rapadura

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

Assisti CONTRA O TEMPO - 08/10/11

Gostei do filme. Achei bem dinâmico apesar de um pouco curto e da história toda se passar praticamente dentro de um trem. Jake Gyllenhaal e Michelle Monaghan têm me agradado em seus últimos trabalhos e tiveram uma química legal nesse thriller de ação que graças aos dois teve um bom toque de romance.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Estreias de Filmes da Semana

Confira agora os filmes que chegam às telas em 6 de outubro.

A Hora do Espanto

Remake da comédia de terror oitentista de mesmo título, A Hora do Espanto conta a história de Charley Brewster que pede a ajuda do ilusionista de Las Vegas Peter Vincent para enfrentar seu vizinho, um vampiro que seduziu todo mundo pelo bairro, incluindo sua mãe.

Terror/Comédia - (Fright Night) EUA, 2011. Direção: Craig Gillespie. Elenco: Colin Farrell, Toni Collette, David Tennant, Anton Yelchin, Imogen Poots, Christopher Mintz-Plasse. Duração: 97 min. Classificação: 14 anos.

Eu Queria Ter a Sua Vida

A história criada por Jon Lucas e Scott Moore, dupla que também escreveu Se Beber, Não Case, mostra um responsável pai de família que troca de corpo com seu melhor amigo, preguiçoso e imaturo, depois de uma bebedeira. Agora os dois precisam correr contra o tempo para reverter a situação antes que destruam as vidas um do outro.

Comédia - (The Change Up) EUA/França, 2011. Direção: David Dobkin. Elenco: Jason Bateman, Ryan Reynolds, Olivia Wilde, . Duração: 93 min. Classificação: 12 anos.

Meu País

Depois de anos afastado do Brasil, Marcos volta ao país após a morte de seu pai para reencontrar o irmão problemático e descobre que tem uma meia-irmã deficiente.

Drama. Brasil, 2011. Direção: André Ristum. Elenco: Cauã Reymond, Rodrigo Santoro, Paulo José, Débora Falabella. Duração: 95 min. Classificação: 12 anos.

Capitães da Areia

Adaptação do romance de Jorge Amado, sobre o bando de Pedro Bala, formado por menores abandonados que cometem pequenos delitos na Salvador dos anos 1930.

Drama. Brasil, 2009. Direção: Cecília Amado. Elenco: Jean Luis Amorim, Robério Lima, Paulo Abade, Israel Gouvêa, Ana Graciela. Duração: 96 min. Classificação: 16 anos.

O Zelador Animal

O funcionário de zoológico Griffin Keyes se convence de que o único jeito de conquistar a garota de seus sonhos é deixando seu emprego. Em pânico, os animais decidem quebrar sua regra de não falar com humanos para ensiná-lo o jeito da selva de conquistar uma mulher.

Comédia - (The Zookeeper) EUA, 2011. Direção: Frank Coraci. Elenco: Kevin James, Rosário Dawson, Adam Sandler, Sylvester Stallone. Duração: 91 min. Classificação: livre.

O Filme dos Espíritos

O filme de ficção é baseado livremente em O Livro dos Espíritos, escrito por Allan Kardec em 1857.

Drama. Brasil, 2011. Direção: André Marouço e Michel Dubret. Elenco: Nelson Xavier, Ênio Gonçalves, Etty Fraser, Ana Rosa, Sandra Corveloni, Reinaldo Rodrigues. Duração: 100 min. Classificação: 10 anos.

Copacabana

Uma mulher extravagante apaixonada pelo Rio de Janeiro, samba e bossa nova, mas que não liga para empregos ou responsabilidades, decide mudar de vida para dar um presente de casamento digno para filha

Comédia. França, 2010. Direção: Marc Fitoussi. Elenco: Isabelle Huppert, Lolita Chammah, Jürgen Delnaet, Chantal Banlier. Duração: 107 min. Classificação: 14 anos.

Estreia em São Paulo, Florianópolis, Salvador e Vitória.

Uma Professora Muito Maluquinha

Adaptação ao cinema do livro de Ziraldo, o filme conta a história de Cate, que retorna ao interior e passa a lecionar na escola primária da cidadezinha, mas seu comportamento de vanguarda não agrada as professoras conservadoras.

Infantil. Brasil, 2011. Direção: André Pinto e Cesar Rodrigues. Elenco: Paola Oliveira, Chico Anysio, Suely Franco, Joaquim Lopes, Max Fercondini, Ricardo Pereira, Aramis Trindade. Duração: 88 min. Classificação: livre.

O Casamento a Três

Um dramaturgo recebe em sua casa de campo os protagonistas de sua nova peça. Mas a presença de sua ex-mulher, do novo amante dela e de uma jovem assistente tornará o dia tumultuado.

Drama - (Le Mariage à Trois) França, 2009. Direção: Jacques Doillon. Elenco: Julie Depardieu, Louis Garrel, Pascal Greggory. Duração: 100 min.

Avenida Brasília Formosa

O filme constroi um painel sobre a arquitetura e faz da avenida uma via de encontros e desejos.

Documentário. Brasil, 2010. Direção: Gabriel Mascaro. Duração: 85 min. Classificação: 12 anos.

Estreia em São Paulo.

Na próxima semana: Os Três Mosqueteiros, A Criança da Meia-Noite, A Pele que Habito, Não Tenha Medo do Escuro, Qual É o Seu Número?, Hiroshima – Um Musical Silencioso, Winter, O Golfinho. Sujeito a alterações por parte das distribuidoras.

Fonte: Omelete