sábado, 26 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O Ritual | Crítica
Surtos de Anthony Hopkins seguram novo filme de exorcismo
Érico Borgo
O seleto grupo dos filmes de exorcismo, um verdadeiro sub-gênero do terror e suspense, ganhou em O Ritual um digno novo integrante.
Baseado no livro The Rite, de Matt Baglio, o filme mostra um seminarista reticente (figurinha manjada desse tipo de produção) sendo enviado ao Vaticano para um curso de exorcismo. Baglio, um jornalista que conviveu com tais clérigos especializados em expulsar o mal, decidiu escrever um livro relatando as experiências do citado padre, Gary Thomas, quando foi alardeado que a Santa Sé visava colocar um exorcista em cada uma de suas dioceses.
Com o nome trocado para Michael Novak e interpretado no filme pelo pouco conhecido Colin O'Donoghue, o protagonista conhece na Itália um dos únicos exorcistas em atividade, o Padre Lucas, e começa assim mais um round do eterno embate entre o bem e o mal, a fé e o ceticismo, a ciência e a religião.
O'Donoghue tem uma participação insossa, foi muito mal escolhido, mas nem precisa se esforçar muito com o elenco que o cerca. Alice Braga, com a competência habitual, faz as vezes de Baglio como uma jornalista que segue o personagem principal. Colocar os excelentes Ciarán Hinds (Padre Xavier), Toby Jones (Padre Matthew) e Rutger Hauer (o pai de Michael) em papéis secundários também ajuda a elevar a qualidade do jogo. Mas é mesmo Anthony Hopkins que rouba a cena. O ator está inspiradíssimo, surtado, ora engraçado, ora assustador, como o Padre Lucas. Desde O Silêncio dos Inocentes não parecia que ele se divertia tanto em um papel - e a entrega faz toda a diferença, equilibrando a balança.
O diretor Mikael Håfström (1408, Fora de Rumo) e o roteirista Michael Petroni conseguem manter a tensão sem as ferramentas consagradas desse tipo de filme, apenas com a bela ambientação (o filme foi rodado em Budapeste e Roma), nas atuações periféricas e com o velho artifício textual e sempre instigante do "baseado em fatos". "Não espere cabeças girando ou sopa de ervilha jorrando", explica o Padre Lucas, fazendo piada com o grande clássico O Exorcista.
De qualquer maneira, o diabo em O Ritual é presente, sim, mas como um oponente intelectual. Suas respostas e debates são instigantes - e ele até faz uso de meio mais modernos, como uma ligação telefônica, para fazer-se crer (nem quero imaginar quanto custa o roaming no inferno).
Essa insistência na comunicação - há também uma outra cena, engraçadíssima, envolvendo um celular - evidencia uma das ideias de O Ritual, uma que andava meio esquecida nos filmes do gênero: o mal é uma mensagem e os possuídos são seu "aparelho", não seu alvo. Para quem prefere uma aparição mais gráfica, no entanto, fica a decepção. O capeta só dá as caras nos sonhos de Michael, através de cenas em sua maioria embasadas em relatos e histórias supostamente reais envolvendo demônios, como os cascos na neve, extraídos de uma estranha ocorrência de 1855 na cidade de Devon, Inglaterra.
Essa tentativa de manter o filme o mais realista possível, sem grandes arroubos hollywoodianos de perversão, choques e poucos sustos fáceis, é o que torna O Ritual recomendável. Ainda que o clímax, cheio de reviravoltas, vá ao encontro do cinema de terror mais convencional, é a discussão do que é real o que interessa - e o que você fará com as respostas que procura se um dia as obtiver...
O Ritual
The Rite
EUA , 2011 - 114 min.
Suspense
Direção: Mikael Håfström
Roteiro: Michael Petroni
Elenco: Anthony Hopkins, Colin O'Donoghue, Alice Braga, Ciarán Hinds, Toby Jones, Rutger Hauer, Marta Gastini, Maria Grazia Cucinotta, Arianna Veronesi, Andrea Calligari
Fonte: Omelete
Érico Borgo
O seleto grupo dos filmes de exorcismo, um verdadeiro sub-gênero do terror e suspense, ganhou em O Ritual um digno novo integrante.Baseado no livro The Rite, de Matt Baglio, o filme mostra um seminarista reticente (figurinha manjada desse tipo de produção) sendo enviado ao Vaticano para um curso de exorcismo. Baglio, um jornalista que conviveu com tais clérigos especializados em expulsar o mal, decidiu escrever um livro relatando as experiências do citado padre, Gary Thomas, quando foi alardeado que a Santa Sé visava colocar um exorcista em cada uma de suas dioceses.
Com o nome trocado para Michael Novak e interpretado no filme pelo pouco conhecido Colin O'Donoghue, o protagonista conhece na Itália um dos únicos exorcistas em atividade, o Padre Lucas, e começa assim mais um round do eterno embate entre o bem e o mal, a fé e o ceticismo, a ciência e a religião.
O'Donoghue tem uma participação insossa, foi muito mal escolhido, mas nem precisa se esforçar muito com o elenco que o cerca. Alice Braga, com a competência habitual, faz as vezes de Baglio como uma jornalista que segue o personagem principal. Colocar os excelentes Ciarán Hinds (Padre Xavier), Toby Jones (Padre Matthew) e Rutger Hauer (o pai de Michael) em papéis secundários também ajuda a elevar a qualidade do jogo. Mas é mesmo Anthony Hopkins que rouba a cena. O ator está inspiradíssimo, surtado, ora engraçado, ora assustador, como o Padre Lucas. Desde O Silêncio dos Inocentes não parecia que ele se divertia tanto em um papel - e a entrega faz toda a diferença, equilibrando a balança.
O diretor Mikael Håfström (1408, Fora de Rumo) e o roteirista Michael Petroni conseguem manter a tensão sem as ferramentas consagradas desse tipo de filme, apenas com a bela ambientação (o filme foi rodado em Budapeste e Roma), nas atuações periféricas e com o velho artifício textual e sempre instigante do "baseado em fatos". "Não espere cabeças girando ou sopa de ervilha jorrando", explica o Padre Lucas, fazendo piada com o grande clássico O Exorcista.
De qualquer maneira, o diabo em O Ritual é presente, sim, mas como um oponente intelectual. Suas respostas e debates são instigantes - e ele até faz uso de meio mais modernos, como uma ligação telefônica, para fazer-se crer (nem quero imaginar quanto custa o roaming no inferno).
Essa insistência na comunicação - há também uma outra cena, engraçadíssima, envolvendo um celular - evidencia uma das ideias de O Ritual, uma que andava meio esquecida nos filmes do gênero: o mal é uma mensagem e os possuídos são seu "aparelho", não seu alvo. Para quem prefere uma aparição mais gráfica, no entanto, fica a decepção. O capeta só dá as caras nos sonhos de Michael, através de cenas em sua maioria embasadas em relatos e histórias supostamente reais envolvendo demônios, como os cascos na neve, extraídos de uma estranha ocorrência de 1855 na cidade de Devon, Inglaterra.
Essa tentativa de manter o filme o mais realista possível, sem grandes arroubos hollywoodianos de perversão, choques e poucos sustos fáceis, é o que torna O Ritual recomendável. Ainda que o clímax, cheio de reviravoltas, vá ao encontro do cinema de terror mais convencional, é a discussão do que é real o que interessa - e o que você fará com as respostas que procura se um dia as obtiver...
O Ritual
The Rite
EUA , 2011 - 114 min.
Suspense
Direção: Mikael Håfström
Roteiro: Michael Petroni
Elenco: Anthony Hopkins, Colin O'Donoghue, Alice Braga, Ciarán Hinds, Toby Jones, Rutger Hauer, Marta Gastini, Maria Grazia Cucinotta, Arianna Veronesi, Andrea Calligari
Fonte: Omelete
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O Discurso do Rei
Completo em seu minimalismo e surpreendente em suas atuações. Bem vindo ao Cinema.
Jader Santana
É espantoso ver o resultado final de um projeto de filme cujo argumento central gira em torno de um fato prosaico da realeza britânica. Passando longe das sequências épicas de “Elizabeth” e dos momentos que voltaram a atenção do mundo para o Palácio de Buckingham, como em “A Rainha”, a trivialidade da temática de “O Discurso do Rei” não parecia suficiente para a realização de um filme completo. Contudo, não seria precipitado dizer que a família real está diante do mais admirável representante de sua linhagem.
Não se anime para acompanhar cenas surpreendentes dos bastidores reais. O diretor também não revela aquele diálogo, capaz de abalar as estruturas inglesas, travado na intimidade dos aposentos da família. Também não espere por um tratado sobre a Europa entre guerras. O mote do filme é inteiramente desvendado em seu título, direto e sem rodeios, simples como a sua proposta.
As dificuldades de expressão vocal de Albert Frederick Arthur George, pai da atual Elizabeth II, prejudicavam suas aspirações ao trono mais poderoso da Inglaterra e eram motivo de chacota entre familiares. Após assumir o lugar deixado por seu pai e renunciado por seu irmão mais velho, George precisa enfrentar um inimigo mais poderoso e sorrateiro que a Alemanha nazista: sua gagueira crônica. Desacreditado da medicina tradicional e cedendo às insistências de sua esposa, o novo rei decide se submeter aos métodos pouco ortodoxos de um médico desconhecido. Entre erros e acertos, disputa de egos e hierarquia mandada às favas, o resultado do tratamento é totalmente previsível, e nem por isso menos interessante.
Parte do êxito de “O Discurso do Rei” deve ser creditado ao trabalho do elenco formado por atores que, na ocasião, atingiram níveis extremos de realismo cênico. Helena Bonham Carter provou que funciona melhor quando se distancia dos tipos excêntricos criados por seu marido. A atriz vive a esposa do protagonista – naquele que talvez seja o papel mais convencional e reservado de sua carreira – e prova que seu talento não se limita ao burlesco. Geoffrey Rush causa arrepios por sua interpretação madura como o médico do rei e marca ponto de destaque em sua carreira estável e bem desenvolvida.
O grande nome do filme, e aqui assumo o favoritismo da maior parcela dos críticos, é Colin Firth, que deve estar rindo à toa pela escolha do provável papel pelo qual será lembrado por muito tempo. Com um trabalho consistente e visceral, Firth trouxe para “O Discurso do Rei” a parcela dramática que faltava em seu roteiro. A propriedade com que o ator representa o esforço do rei para driblar a gagueira causa inquietação no público e demonstra que nas mãos de outra pessoa o personagem dificilmente carregaria o peso dramático obtido por Firth.
Também surpreende o profissionalismo da direção de Tom Hooper, um inglês até então pouco conhecido no grande circuito comercial. Contrariando o que se espera de um cineasta jovem (ele tem 39 anos), o trabalho de Hooper tornou-se notável pelas influências clássicas que carrega. Todo o filme parece elaborado tendo em vista o convencionalismo da Era de Ouro de Hollywood, nos anos de 1970. Hooper consegue fazer um longa clássico – sem soar ultrapassado ou monótono – que deve agradar todas as parcelas de público. As características atribuídas por Hooper ao seu filme transformam “O Discurso do Rei” no melhor exemplar moderno de bom gosto.
Os enquadramentos e ângulos de câmera valorizam a aflição de Firth e aumentam a sensação de angústia e impotência vivida pelo rei. Com recursos ousados de close-up, a equipe de fotografia conseguiu efeito semelhante ao causado pelo modo como Carl Theodor Dreyer filmou a atriz Maria Falconetti no clássico “O Martírio de Joana D’Arc”.
Ainda merece destaque a trilha sonora de Alexandre Desplat, mais um nome na lista dos eternamente injustiçados pela Academia. O francês exibe nesse seu novo projeto o mesmo apuro sonoro demonstrado em “A Rainha” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”. As melodias tocadas em piano renderam ao compositor sua quarta indicação ao Oscar e a minha sincera torcida.
É desnecessário apelar ao número de indicações aos grandes prêmios do cinema para demonstrar o êxito obtido aqui. Deixar as apostas dos críticos de lado é a melhor maneira de desfrutar essa grande obra-prima em sua totalidade. E falando em apostas, alguém duvida que a atual rainha Elizabeth soltou risinhos agradáveis entre uma xícara e outra de chá enquanto assistia à “O Discurso do Rei”?
Fonte: Cinema com Rapadura
Jader Santana
É espantoso ver o resultado final de um projeto de filme cujo argumento central gira em torno de um fato prosaico da realeza britânica. Passando longe das sequências épicas de “Elizabeth” e dos momentos que voltaram a atenção do mundo para o Palácio de Buckingham, como em “A Rainha”, a trivialidade da temática de “O Discurso do Rei” não parecia suficiente para a realização de um filme completo. Contudo, não seria precipitado dizer que a família real está diante do mais admirável representante de sua linhagem.Não se anime para acompanhar cenas surpreendentes dos bastidores reais. O diretor também não revela aquele diálogo, capaz de abalar as estruturas inglesas, travado na intimidade dos aposentos da família. Também não espere por um tratado sobre a Europa entre guerras. O mote do filme é inteiramente desvendado em seu título, direto e sem rodeios, simples como a sua proposta.
As dificuldades de expressão vocal de Albert Frederick Arthur George, pai da atual Elizabeth II, prejudicavam suas aspirações ao trono mais poderoso da Inglaterra e eram motivo de chacota entre familiares. Após assumir o lugar deixado por seu pai e renunciado por seu irmão mais velho, George precisa enfrentar um inimigo mais poderoso e sorrateiro que a Alemanha nazista: sua gagueira crônica. Desacreditado da medicina tradicional e cedendo às insistências de sua esposa, o novo rei decide se submeter aos métodos pouco ortodoxos de um médico desconhecido. Entre erros e acertos, disputa de egos e hierarquia mandada às favas, o resultado do tratamento é totalmente previsível, e nem por isso menos interessante.
Parte do êxito de “O Discurso do Rei” deve ser creditado ao trabalho do elenco formado por atores que, na ocasião, atingiram níveis extremos de realismo cênico. Helena Bonham Carter provou que funciona melhor quando se distancia dos tipos excêntricos criados por seu marido. A atriz vive a esposa do protagonista – naquele que talvez seja o papel mais convencional e reservado de sua carreira – e prova que seu talento não se limita ao burlesco. Geoffrey Rush causa arrepios por sua interpretação madura como o médico do rei e marca ponto de destaque em sua carreira estável e bem desenvolvida.
O grande nome do filme, e aqui assumo o favoritismo da maior parcela dos críticos, é Colin Firth, que deve estar rindo à toa pela escolha do provável papel pelo qual será lembrado por muito tempo. Com um trabalho consistente e visceral, Firth trouxe para “O Discurso do Rei” a parcela dramática que faltava em seu roteiro. A propriedade com que o ator representa o esforço do rei para driblar a gagueira causa inquietação no público e demonstra que nas mãos de outra pessoa o personagem dificilmente carregaria o peso dramático obtido por Firth.
Também surpreende o profissionalismo da direção de Tom Hooper, um inglês até então pouco conhecido no grande circuito comercial. Contrariando o que se espera de um cineasta jovem (ele tem 39 anos), o trabalho de Hooper tornou-se notável pelas influências clássicas que carrega. Todo o filme parece elaborado tendo em vista o convencionalismo da Era de Ouro de Hollywood, nos anos de 1970. Hooper consegue fazer um longa clássico – sem soar ultrapassado ou monótono – que deve agradar todas as parcelas de público. As características atribuídas por Hooper ao seu filme transformam “O Discurso do Rei” no melhor exemplar moderno de bom gosto.
Os enquadramentos e ângulos de câmera valorizam a aflição de Firth e aumentam a sensação de angústia e impotência vivida pelo rei. Com recursos ousados de close-up, a equipe de fotografia conseguiu efeito semelhante ao causado pelo modo como Carl Theodor Dreyer filmou a atriz Maria Falconetti no clássico “O Martírio de Joana D’Arc”.
Ainda merece destaque a trilha sonora de Alexandre Desplat, mais um nome na lista dos eternamente injustiçados pela Academia. O francês exibe nesse seu novo projeto o mesmo apuro sonoro demonstrado em “A Rainha” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”. As melodias tocadas em piano renderam ao compositor sua quarta indicação ao Oscar e a minha sincera torcida.
É desnecessário apelar ao número de indicações aos grandes prêmios do cinema para demonstrar o êxito obtido aqui. Deixar as apostas dos críticos de lado é a melhor maneira de desfrutar essa grande obra-prima em sua totalidade. E falando em apostas, alguém duvida que a atual rainha Elizabeth soltou risinhos agradáveis entre uma xícara e outra de chá enquanto assistia à “O Discurso do Rei”?
Fonte: Cinema com Rapadura
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Arnold Schwarzenegger volta a atuar?
Depois de trocar a carreira no cinema pela vida política, Arnold Schwarzenegger pode voltar a atuar. O ator, que ficou conhecido por papéis em longas como O Exterminador do Futuro e O Predador, revelou em seu Twitter que deve voltar às telonas.Boas novidades, meus amigos me perguntaram ao longo de sete anos quando eles podem aceitar ofertas. Dei o sinal verde hoje, escreveu Arnold.
Segundo o jornal The Sun, o ator já conversou com o seus agentes para procurarem trabalho no cinema. A última participação de Arnold em um longa foi em Os Mercenários.
Fonte: Estrelando.R7
domingo, 13 de fevereiro de 2011
G.I.Joe 2 | Três diretores disputam o comando da continuação
Jaume Collet-Serra, F. Gary Gray e Jon Chu estão na mira da Paramount
A continuação de G.I.Joe: A Origem de Cobra, que procura um novo diretor depois da saída de Stephen Sommers, tem alguns candidatos ao posto. Segundo o Latino Review, Jaume Collet-Serra, F. Gary Gray e Jon Chu estão no páreo para G.I.Joe 2.
Collet-Serra, de A Órfã, tem sido citado bastante nos últimos dias; o seu Desconhecido estreia nos EUA no dia 18. Gary Gray, por sua vez, fez Uma Saída de Mestre, Be Cool e, recentemente, Código de Conduta. Já o currículo de Chu tem Ela Dança, Eu Dança 2 e 3, e ele assina o filme de Justin Bieber que estreia neste fim de semana nos EUA.
Por enquanto nenhum deles está em fase de negociação com a Paramount. A primeira versão do roteiro de G.I. Joe 2 foi escrita por Rhett Reese e Paul Wernick, a dupla de Zumbilândia. O produtor Lorenzo di Bonaventura pretende ter o filme nas telas na concorrida metade de 2012. As filmagens são previstas para junho.
Fonte: Omelete
A continuação de G.I.Joe: A Origem de Cobra, que procura um novo diretor depois da saída de Stephen Sommers, tem alguns candidatos ao posto. Segundo o Latino Review, Jaume Collet-Serra, F. Gary Gray e Jon Chu estão no páreo para G.I.Joe 2.Collet-Serra, de A Órfã, tem sido citado bastante nos últimos dias; o seu Desconhecido estreia nos EUA no dia 18. Gary Gray, por sua vez, fez Uma Saída de Mestre, Be Cool e, recentemente, Código de Conduta. Já o currículo de Chu tem Ela Dança, Eu Dança 2 e 3, e ele assina o filme de Justin Bieber que estreia neste fim de semana nos EUA.
Por enquanto nenhum deles está em fase de negociação com a Paramount. A primeira versão do roteiro de G.I. Joe 2 foi escrita por Rhett Reese e Paul Wernick, a dupla de Zumbilândia. O produtor Lorenzo di Bonaventura pretende ter o filme nas telas na concorrida metade de 2012. As filmagens são previstas para junho.
Fonte: Omelete
sábado, 12 de fevereiro de 2011
"Bravura Indômita", um autêntico e incrível faroeste
Marcos Petrucelli
Em 1969, Henry Hathaway fez um clássico. Foram apenas duas indicações para o Oscar - canção e melhor ator para John Wayne, que acabou levando a estatueta -, mas o filme entrou para a história e é considerado um dos grandes representantes do faroeste. O curioso é que já naquele momento o gênero estava em decadência. Felizmente nunca acabou e de tempos em tempos alguém se arrisca. Para os irmãos Ethan e Joel Coen o risco foi elevado à potência. Decidiram fazer um filme de gênero e, mais ainda, refilmar um clássico. E este novo "Bravura Indômita" é soberbo do começo ao fim. Menos falastrão que John Wayne, Jeff Bridges (indicado ao Oscar) carrega na medida certa a dramaticidade para compor o personagem do xerife beberrão contratado por uma garota para vingar o assassinato de seu pai. A menina é feita pela atriz Hailee Steinfeld, que em seu primeiro trabalho já conseguiu uma indicação da Academia. Esperta, inteligente e audaciosa, a garota faz questão de acompanhar o serviço que lhe será prestado. A atitude, no entanto, dificulta um bocado a missão do xerife. Mas é isso o que torna a aventura ainda mais tensa. Com dez indicações no total - incluindo melhor filme do ano -, "Bravura Indômita" deve ser visto e revisto.
Fonte: CBN Express Cinema
Em 1969, Henry Hathaway fez um clássico. Foram apenas duas indicações para o Oscar - canção e melhor ator para John Wayne, que acabou levando a estatueta -, mas o filme entrou para a história e é considerado um dos grandes representantes do faroeste. O curioso é que já naquele momento o gênero estava em decadência. Felizmente nunca acabou e de tempos em tempos alguém se arrisca. Para os irmãos Ethan e Joel Coen o risco foi elevado à potência. Decidiram fazer um filme de gênero e, mais ainda, refilmar um clássico. E este novo "Bravura Indômita" é soberbo do começo ao fim. Menos falastrão que John Wayne, Jeff Bridges (indicado ao Oscar) carrega na medida certa a dramaticidade para compor o personagem do xerife beberrão contratado por uma garota para vingar o assassinato de seu pai. A menina é feita pela atriz Hailee Steinfeld, que em seu primeiro trabalho já conseguiu uma indicação da Academia. Esperta, inteligente e audaciosa, a garota faz questão de acompanhar o serviço que lhe será prestado. A atitude, no entanto, dificulta um bocado a missão do xerife. Mas é isso o que torna a aventura ainda mais tensa. Com dez indicações no total - incluindo melhor filme do ano -, "Bravura Indômita" deve ser visto e revisto.Fonte: CBN Express Cinema
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Estreias de Filmes da Semana
Bravura Indômita, O Discurso do Rei, O Ritual e Burlesque chegam às telas
Confira agora os filmes que chegam às telas em 11 de fevereiro e saiba onde eles estão sendo exibidos.
Bravura Indômita
Faroeste - 16 anos
Adaptação do livro de 1968 de Charles Portis, que já virou filme em 1969, com John Wayne. Mattie Ross é uma garota de 14 anos que quer vingar a morte do pai. Para perseguir o responsável, ela contrata um federal, Reuben "Rooster" Cogburn.
(True Grit) EUA, 2010. Direção: Joel e Ethan Coen. Elenco: Hailee Steinfeld, Jeff Bridges, Matt Damon, Josh Brolin, Barry Pepper. Duração: 110 min.
O Discurso do Rei
Drama - 12 anos
Perseguido por soluços nervosos, George VI pede ajuda a um fonoaudiólogo para conseguir se expressar como espera-se de um rei da Grã-Bretanha.
(The King's Speech) EUA, 2010. Direção: Tom Hooper. Elenco: Colin Firth, Geoffrey Rush, Helena Bonham Carter, Guy Pearce, Michael Gambon. Duração: 118 min.
O Ritual
Suspense - 14 anos
A trajetória de um jovem padre dos EUA durante os meses que passou em uma escola de exorcismo filiada ao Vaticano.
(The Rite) EUA, 2009. Direção: Vincenzo Natali. Elenco: Anthony Hopkins, Alice Braga, Colin O'Donoghue. Duração: 112 min.
Burlesque
Musical - 12 anos
Ambiciosa garota de cidade pequena, dotada de uma grande voz, muda-se para Los Angeles e vai parar numa boate neo-burlesca, onde rapidamente torna-se a atração principal.
EUA, 2010. Direção: Steve Antin. Elenco: Christina Aguilera, Cher, Eric Dane, Stanley Tucci, Alan Cumming, Kristen Bell, Cam Gigandet. Duração: 119 min.
O Samba que Mora em Mim
Documentário - Livre
Partindo de uma pesquisa autobiográfica, o filme sai da quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira e sobe o Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro, trazendo um relato pessoal do samba e da história da comunidade.
Brasil, 2010. Direção: Geórgia Guerra-Peixe. Duração: 72 min.
Na próxima semana: 127 Horas, Besouro Verde, Trabalho Interno, Poesia, Incêndios. Sujeito a alterações por parte das distribuidoras.
Fonte: Omelete
Confira agora os filmes que chegam às telas em 11 de fevereiro e saiba onde eles estão sendo exibidos.
Bravura IndômitaFaroeste - 16 anos
Adaptação do livro de 1968 de Charles Portis, que já virou filme em 1969, com John Wayne. Mattie Ross é uma garota de 14 anos que quer vingar a morte do pai. Para perseguir o responsável, ela contrata um federal, Reuben "Rooster" Cogburn.
(True Grit) EUA, 2010. Direção: Joel e Ethan Coen. Elenco: Hailee Steinfeld, Jeff Bridges, Matt Damon, Josh Brolin, Barry Pepper. Duração: 110 min.
O Discurso do ReiDrama - 12 anos
Perseguido por soluços nervosos, George VI pede ajuda a um fonoaudiólogo para conseguir se expressar como espera-se de um rei da Grã-Bretanha.
(The King's Speech) EUA, 2010. Direção: Tom Hooper. Elenco: Colin Firth, Geoffrey Rush, Helena Bonham Carter, Guy Pearce, Michael Gambon. Duração: 118 min.
O RitualSuspense - 14 anos
A trajetória de um jovem padre dos EUA durante os meses que passou em uma escola de exorcismo filiada ao Vaticano.
(The Rite) EUA, 2009. Direção: Vincenzo Natali. Elenco: Anthony Hopkins, Alice Braga, Colin O'Donoghue. Duração: 112 min.
BurlesqueMusical - 12 anos
Ambiciosa garota de cidade pequena, dotada de uma grande voz, muda-se para Los Angeles e vai parar numa boate neo-burlesca, onde rapidamente torna-se a atração principal.
EUA, 2010. Direção: Steve Antin. Elenco: Christina Aguilera, Cher, Eric Dane, Stanley Tucci, Alan Cumming, Kristen Bell, Cam Gigandet. Duração: 119 min.
O Samba que Mora em Mim
Documentário - Livre
Partindo de uma pesquisa autobiográfica, o filme sai da quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira e sobe o Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro, trazendo um relato pessoal do samba e da história da comunidade.
Brasil, 2010. Direção: Geórgia Guerra-Peixe. Duração: 72 min.
Na próxima semana: 127 Horas, Besouro Verde, Trabalho Interno, Poesia, Incêndios. Sujeito a alterações por parte das distribuidoras.
Fonte: Omelete
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